Meu trabalho

Abrir gaiolas, libertar pássaros.   (:

“Surgido há 50 anos, o uso de antipsicóticos, a despeito de seus pobres resultados, tornou-se maciço na medicina psiquiátrica norte-americana. (…) Os estudos longitudinais (que não são feitos pelos laboratórios) mostram que os efeitos dos antipsicóticos param com o tempo, que as crises reaparecem, frequentemente mais fortes, e que os sintomas se agravam, ainda mais que nos pacientes tratados com placebos.”

(Olivier Appaix, economista da saúde)

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Deve-se salientar que esses remédios [os Florais de Bach] podem ser usados concomitantemente a outros tratamentos e não provocam efeitos colaterais. Figuram entre os sistemas médicos alternativos reconhecidos e recomendados pela Organização Mundial de Saúde. São as seguintes regras básicas para a sua prescrição:

1 – Verificar as causas dos sintomas relatados, pois os remédios florais removem os bloqueios emocionais e mentais em sua raiz.

2 – Limitar o número de remédios florais, numa mesma composição, ao mínimo possível. O ideal é não passar de seis no mesmo frasco; quanto menos de cada vez, melhor.

3 – Deve-se hierarquizar as emoções em desequilíbrio, ou seja, selecionar as principais desarmonias que dominam o quadro, para se encontrar o remédio adequado.

4 – Os estados emocionais e mentais em desequilíbrio devem ser conscientes ou perceptíveis à observação de quem prescreve.

5 – O remédio atua da superfície para a profundidade. Equilibrada uma situação, poderá emergir um novo aspecto desarmonioso, que requerirá outro remédio.

(Dr. Emerson de Godoy Cordeiro Machado)

Em 1929, aos 43 anos de idade, Bach era respeitado por alopatas e homeopatas de toda a Europa. Estava em pleno êxito profissional como clínico e pesquisador, quando, obedecendo a um chamado interior, abandonou todas as suas atividades na cidade e partiu para o campo, em busca de novos remédios. Entre 1930 e 1934 descobriu os 38 remédios florais e escreveu os fundamentos de sua nova medicina.

De volta à civilização, verificou a eficácia dos medicamentos e compreendeu a grande ajuda que poderiam dar à humanidade doente. Em 1936, disse aos seus colaboradores: “Minha tarefa está cumprida; minha missão neste mundo está terminada.” Poucas semanas depois, enquanto dormia, Bach abandonou definitivamente seu corpo físico, retornando às dimensões imateriais da vida. Deixou-nos um conhecimento profundo e, ao mesmo tempo, simples, a ponto de permitir a automedicação e a prescrição por leigos. No entanto, cabe-nos ressalvar que a automedicação exige autoconhecimento e capacidade de observação, sem que o indivíduo se identifique com as próprias emoções. Isso requer um nível evolutivo que nem todos possuem. Da mesma forma, a prescrição por leigos pode ser feita, desde que conheçam profundamente os remédios, as regras básicas para a escolha, tenham sensibilidade, intuição e compreensão das leis espirituais que estão sendo violadas pela pessoa. Do contrário, correm o risco de indicar o remédio errado que, ainda que não provoque distúrbios, deixa de atingir o fim desejado. Na prática, portanto, a automedicação e a prescrição por leigos são tarefas de poucos.

(Dr. Emerson de Godoy Cordeiro Machado)

O termo “doença psicossomática” é bastante utilizado quando uma doença física ou não, tem seu princípio na mente. O que leva os pacientes de vários hospitais a uma consulta em conjunto com um psicólogo, psicoterapeuta ou psicanalista.

Essa conduta, que pode partir dos médicos que acompanham o caso, gera muitas dúvidas ao paciente. “Como algo é psicológico se dói no corpo?” O fato de que uma pessoa tenha uma doença psicossomática não significa que a dor e a enfermidade não existem. Pelo contrário, o corpo realmente está em sofrimento, com dores, feridas, descontroles e descompensações orgânicas, que inclusive são até dificilmente controladas com medicamentos e os recursos da medicina tradicional.

As doenças psicossomáticas podem se manifestar em diversos sistemas que constituem nosso corpo, como por exemplo: gastrointestinal (úlcera, gastrite, retocolite); respiratório (asma, bronquite); cardiovascular (hipertensão, taquicardia, angina); dermatológico (vitiligo, psoríase, dermatite, herpes, urticária, eczema); endócrino e metabólico (diabetes); nervoso (enxaqueca, vertigens); das articulações (artrite, artrose, tendinite, reumatismos).

É comum, nos casos de doenças psicossomáticas, que o paciente enfrente dificuldades no diagnóstico e até insucesso dos tratamentos propostos, gerando uma passagem por vários médicos especialistas em busca da cura ou alívio.

O diferencial mais importante para se considerar uma doença como psicossomática é entender que a causa principal desta descompensação física que aparece no corpo, está dentro do emocional da pessoa, ligada, portanto à sua mente, aos seus sentimentos, à sua afetividade. E esta variável emocional se torna importante tanto no desencadeamento de um episódio, de uma crise, quanto no aumento e/ou manutenção do sintoma, conforme cada pessoa.

A mente e o corpo formam um sistema único e os mecanismos inconscientes são muito presentes nesta ligação. Por isso é comum a sensação inicial de que os sintomas “vieram de repente”, “ou não existir nenhum motivo para que os sintomas aparecessem”. É difícil para um paciente com gastrite identificar quais podem ter sido as causas emocionais de desencadeamento de uma nova crise. A ansiedade e a irritabilidade são sentimentos comuns nos quadros psicossomáticos, e há uma tendência a identificar e culpabilizar eventos externos pelo problema, aumentando a sensação de impotência diante das dificuldades.

É importante deixar claro que o corpo também deve ser cuidado com os tratamentos adequados (a pessoa com gastrite deve procurar o médico e realizar exames solicitados, tomar os remédios prescritos, fazer uma dieta alimentar caso seja indicada). O aconselhável é um atendimento psicológico associado, que possibilite auxiliar o sujeito a nomear os sofrimentos que vivencia, para além do real do seu corpo. A importância deste tipo de abordagem nos transtornos psicossomáticos também se deve ao fato romper uma possível evolução crônica do problema, que limite progressivamente a vida social e emocional da pessoa.

(fonte)

O Dr. H. A. W. Forbes, consultor da Organização Mundial De Saúde (OMS) para assuntos relacionados à medicina tradicional, declarou em seu parecer sobre a terapia floral: “Os remédios florais parecem trabalhar segundo o mesmo princípio da homeopatia – eles transmitem um padrão de energia. Eu próprio, em minha prática médica, tenho usado as essências florais de maneira crescente durante os últimos 17 anos.”

A Declaração de Alma-Ata que descreve os cuidados primários com a saúde refere-se explicitamente à necessidade de uma variedade de profissionais de saúde, incluindo práticos tradicionais de medicina complementar, os quais deveriam ser social e tecnicamente treinados para trabalhar em equipes de saúde pública e responder às necessidades expressas da comunidade.

Dentre as várias modalidades consideradas pelos grupos de estudos, particularmente com relação à terapia floral, a OMS assim se posicionou: “Cada remédio trata uma determinada pessoa e uma condição particular. O uso de todos estes remédios (essências florais) está amplamente distribuído pelo mundo em uma pequena escala. Eles são excelentes para o autocuidado, sendo totalmente sem efeitos colaterais e não oferecem perigo caso um remédio errado seja prescrito.”

(Fonte:  Selected Individual Therapies – Bannerman, Robert H; Burton, John; Wen-Chieh, Ch’en; World Health Organization – WHO, 1983)

O Dr. Edward Bach era um médico bacteriologista e homeopata inglês, que viveu no início do século XX. Ele acreditava, tal como muitos médicos atuais, que a atitude mental desempenha um papel vital na saúde das pessoas, e que a falta de harmonia entre o estado mental do indivíduo e a sua personalidade é a principal causa das doenças.

Ele dedicou então toda a sua vida ao desenvolvimento de uma forma de medicina natural. Suas pesquisas e estudos resultaram num sistema completo de cura, composto de 38 essências, baseadas em flores silvestres (com exceção da essência Rock Water, que é preparado a partir da água de uma nascente com propriedades curativas).

Dirigidos inteiramente ao aspecto emocional do indivíduo, os Florais de Bach tratam a pessoa, e não a doença ou seus sintomas, devolvendo ao organismo a sua força e a sua capacidade de combater as doenças, através de seus próprios processos naturais de cura.

Os Florais de Bach não têm contra-indicações, nem efeitos colaterais, e não causam dependência.

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Ser você mesmo significa ficar naturalmente relaxado, realizado. Quando encontramos a nossa essência e conseguimos ser “nós mesmos”, ficamos de bem com a vida, preparados para enfrentar todos os desafios, medos e inseguranças que nos impossibilita de sermos felizes.

Mas nem sempre é assim… Às vezes não conseguimos nos encontrar, não conseguimos ser “nós mesmos”. São nestes momentos que nos sentimos deslocados, como se alguma coisa em nosso corpo e mente não funcionasse corretamente. Nestas horas precisamos de um pouco de ajuda para que as coisas voltem ao lugar certo.

Nos anos 20 e 30, um notório homeopata e bacteriologista, chamado Dr. Edward Bach, descobriu uma maneira de oferecer essa ajuda. Após anos de muitas pesquisas e estudos, ele conseguiu elaborar um sistema completo de 38 essências florais, que podem nos ajudar a redescobrir o nosso lado positivo. Os Florais do Dr. Bach podem nos ajudar a ter vidas emocionalmente saudáveis, de forma natural. Não importa o que temos que enfrentar – o medo, o desânimo, a incerteza – encontraremos a solução nos Florais de Bach.

Você pode usar os Florais de Bach para superar os sentimentos ruins do dia-a-dia. Você pode usá-los quando estiver doente, pois os médicos afirmam que uma boa saúde emocional, apóia e ajuda na recuperação da saúde física. Você poderá usá-los para viver a vida e encontrar suas forças e potenciais escondidos. Acima de tudo, você poderá usá-los para ser VOCÊ MESMO.

“Se encontrar alguma dificuldade em selecionar seu próprio floral, seria útil perguntar-se quais são as virtudes que mais admira em outras pessoas e qual é, entre os defeitos dos outros, aquele ao qual você tem mais aversão. Porque, qualquer defeito, do qual ainda temos algum vestígio e que estamos tentando erradicar, é aquele que mais odiamos em outras pessoas. Esta é a maneira de nos encorajarmos a destruí-los em nós mesmos.”

(Dr. Edward Bach, em “Liberte-se a Si Mesmo”, 1932)

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